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Mostrando postagens com o rótulo Prontofalei

Observâncias facebookianas

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Acho que vou tatuar em alguma parte visível do meu corpo: Não force amizade comigo! Aliás, não force nada comigo. Sou chata pra caramba e detesto quem força qualquer tipo de relação. As boas relações são naturais e acontecem sem a gente nem perceber. Não gosto de quem chega tentando arrombar a porta da minha privacidade. Eu sou uma boa amiga, mas amizade a gente cativa, cultiva e faz por merecer. Amizade é coisa séria não é dizer que é amigo e pronto, viramos amigas de infância. Não! Amizade é que nem amor, é construção, é suor e trabalho, é um tijolo por vez. Dia desses lá no facebook uma garota disse: “Oi, quero ser sua amiga. Vamos bater um papo?” Achei, no mínimo, nem um pouco casual. Mas disse que tudo bem, tá legal. Mas aí a menina veio me encher de pergunta: Onde você mora? Com quem mora? Quantos anos você tem? Você namora? Peraí. Já não gostei. E não é por que eu sou chata, é que, poxa, nada haver. Já disse: minha vida não é um livro aberto. E não é. Não, eu não tenho pod...

Simples assim

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Não gosto de modinha. Sou convencional, ou antiquada, se preferir. Mas não gosto mesmo de seguir o que todo mundo segue. Sou chata. Gosto do diferente. Sou do contra mesmo. Não visto uma roupa só porque vi fulano usar na TV, não calço um sapato verde limão fluorescente só porque as cores vibrantes estão na moda. Eu não. Visto o que me faz sentir bem. Também não ando ligando pra opinião de ninguém pra saber o que ela acha. Adoro vestido colado e nem por isso sou piriguete , e nem por isso ligo pros que acham que eu sou. Minha personalidade mora nos meus gestos, minhas atitudes falam muito mais de mim do que a roupa que eu visto por fora. Assim eu sou com as pessoas. Até hoje, quem mais me cativou – de verdade - me ganhou pelos detalhes, pelo jeito de ser e por tudo aquilo de grande que vi caber no seu coração. Não ligo se fulano veste marca tal, usa bolsa chique ou rasga dinheiro. O que me conquista não tem preço. O que eu tenho a oferecer também não tem preço. Odeio homem que s...

Aos frouxos

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E aí eu me pergunto: o que leva um homem a despertar vontades em uma mulher se não tem a pretensão/ação de realizá-las? Não sei se o problema é a minha pouca paciência ou minha extrema objetividade ou se o problema está nos homens frouxos de hoje em dia. Me desculpem a força da expressão, mas esse foi o adjetivo que melhor coube a essa espécie tão diversificada de homens. Os frouxos que me desculpem, mas toda mulher gosta mesmo é de atitude. Se tem uma coisa que acaba com o pouco de paciência de qualquer uma de nós é um homem ‘em conflito’. Quer, mas não quer. Diz, mas não faz. Se for pra amar, ame. Adoce, mas não faça doce. Garanto, mulher nenhuma vai cair no seu papo se as palavras não virarem ações. Não adianta ser bonito, arrumadinho, fortão, simpático, educado e etc. A atitude faz a diferença. Sabe aquele famoso ‘ quê ’? Pois é, esse tão famoso quê é o ingrediente que anda faltando em muitas receitas. Qualquer homem pode ser um príncipe encantado na vida de qualque...

O que você - não - deveria saber sobre mim

  Zangada. Cabeça dura. Casca grossa. Fria. Mais? Sou muito objetiva, não gosto de meios-termos e detesto gente que tem mania de ficar em cima do muro. Extremista. 8 ou 80. Tenho medo de palhaços e não gosto de receber flores. Tenho um baú lotado de cartinhas que recebi desde os 13 anos. Tenho sérios problemas em demonstrar meus sentimentos. Não sou carinhosa. Sou tímida – é, sou. Adoro quem, carinhosamente, me chama de nêga. Bruta. Mas, ainda há quem diga que sou um doce – meio amargo, claro. Quando digo ‘não’ dificilmente volto atrás. Sou orgulhosa e bato no peito. Tenho medo do mar – sério. Loshermaníaca. Míope. Não sou nerd, mas vou bem na faculdade. Não sou patricinha, nem rebelde. Não sigo moda à risca. Não gosto de gente fresca. Pessoas bem-humoradas me conquistam – é muito fácil me conquistar. Adoro quem me faz rir.  Odeio quando me chamam de anjo ou boneca.   Acho que os homens são mais sinceros do que as mulheres. Apaixonada por tudo que a Clarice escreveu. D...

Dê flores aos inimigos

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As pessoas poderiam ser mais amáveis e mais doces, mas preferem a rispidez da amargura. Poderiam ser mais educadas, mas preferem permanecer na lama da ignorância. Eu, particularmente, odeio pessoas barraqueiras – é, existem pessoas que pagam por um barraco. Coisa feia é descompostura! Nada mais penoso e, ao mesmo tempo, nojento do que pessoas ignorantes. Eu tenho muitos defeitos, confesso. Um deles é a positividade (se é que é defeito) – não sou do tipo que esconde o que sente ou finge gostar do que não me agrada, sou mesmo muito transparente. Falo mesmo. Mas, nunca fui mal educada. Aprendi, desde pequena, e apesar do pavio meio curto, a respeitar as pessoas a minha volta, aprendi a ser educada e gentil, aprendi a pensar um pouco mais antes de falar pra não magoar ninguém (por que palavra é coisa que dói pra sempre) – e nessa de não magoar é que ando me magoando. Quando virei borboleta e voei para o mundo achei, por um minuto de inocência, que manteria tudo sob controle. Mas, não....

Você poderia me amar, por favor?

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Que meu radicalismo seja perdoado, mas eu detesto pessoas carentes! Pra mim, nada mais irritante do que alguém que exagera na dose do forever alone ! Ah, isso me irrita – demais. Quem nunca sentiu-se carente que derrame a primeira lágrima. Acontece! Há dias realmente que você não está legal, na TPM, então – o mundo inteiro resolve ficar contra você e as coisas teimam em dar errado, você é horrível e se te disserem isso você chora rios. Mas, isso é coisa que realmente acontece. O que me irrita são pessoas que fazem da carência um estilo de vida, pessoas que simplesmente não sabem buscar outras formas de diversão ou felicidade, pessoas de olhar que implora pateticamente: oi-tudo-bem-você-poderia-me-amar-por-favor? Claro, todo mundo precisa de alguém pra amar e ser amado. Quem disse que um colinho não é bom? Mas viver em função disso é outra coisa. Conheço pessoas assim, verdadeiras caçadoras. Com essas pessoas é impossível manter um diálogo sobre assuntos variados. É sempre o de sempr...

A estrada vai além do que se vê

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E Deus deve ter me feito no vai-e-vem dos quatro ventos. Só isso explicaria a minha instabilidade, minha falta de chão. Eu voo. Eu vou com o vento. É, eu sou do tipo volúvel, ando mudando de lugar. Tudo bem, eu sei que ser meio instável não é lá uma característica das mais sublimes que alguém pode ter. Mas, eu sou. Talvez seja um dos meus lados errados ou talvez não esteja usando a definição certa ou talvez eu seja volúvel em um sentido mais leve da palavra. Eu mudo constantemente, ando me adaptando a mim mesma de vez em quando. Eu quero demais, não gosto de meios, entre duas metades há sempre um vácuo. Não gosto de faltas, não sei lidar com ausências, sou de tato. Quero muito e quero intenso, vou pra onde escuto o coração gritar – mais alto. Vou pra onde os braços são mais abertos e o abraço é ninho – que esquenta. Vou pra onde o sorriso é mais largo e os olhos brilham mais. É, eu sou do tipo volúvel, e isso não é falta de personalidade, é sobra, acredite.  Apesar de borboleta,...

Não brinque com fogo

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Não brinque com o fogo, principalmente se você não é o único que pode se queimar. Não faça fumaça na vida de ninguém se não estiver lá quando ela passar. Pondere. Não ponha a vida de outras pessoas na linha de fogo, é muito arriscado lidar com o os sentimentos alheios, principalmente se você não tem intenção de alimentá-los. O que fazemos sem pensar é, na verdade, o que fazemos depois de muito pensar. É aquilo que ferve e faz borbulhas no sangue de tanto buscar uma saída de emergência (que não tem), é o que às vezes manda o sono à procura de uma solução (que não existe). O que fazemos por impulso é aquilo que realmente queremos fazer. In pulso. A vontade que pulsa incontrolável, até queimar. Mas não brinque com o fogo, principalmente se ele já estiver aceso. Não brinque, principalmente se ele soltar faíscas. Não brinque tanto, nem toda brincadeira termina como começou. Não brinque, se não quiser ver o circo em chamas. Não brinque com aquilo que te provoca, nem provoq...

Aos canalhas!

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Obrigada, canalhas. É. Obrigada e parabéns! Nada mais justo do que reconhecer um trabalho se bem feito for. Classifico minha vida em antes e depois dos canalhas. Resultado final: 1,68cm de pura esperteza! Obrigada a você, canalha-do-telefone . Graças a você, que disse que telefonaria amanhã (nunca), eu aprendi que ligações pré-anunciadas dessa forma são um tanto formais demais para uma suposta aspiração a casal. Quem quer liga sem avisar. Quem quer faz surpresa. Obrigada a você, canalha-da-cartola . Graças a você, que sumiu do nada e sem explicações, eu pude aprender que para algumas pessoas fugir dos problemas parece ser a solução mais fácil. Aprendi que essa solução é realmente mais fácil, porém, é muito mais dolorosa. Graças a você aprendi que covardia é truque para os fracos e que as coisas podem ser facilmente resolvidas se conversadas. Obrigada a você, canalha-do-ônibus . Graças a você, que um dia disse: me-esqueça-estou-em-outra, eu aprendi que algumas coisas passageiras ...

Flor de Anêmona

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Eu sei que, às vezes, sou uma pessoa difícil. E, se disser que é fácil me entender estaria mentindo!  Não, não é fácil lidar comigo. É preciso jeito, jogo de cintura. Eu não sou isso, aquilo, algumas vírgulas, exclamações e ponto final! Sou muito intensa pra caber em uma frase. Prefiro o silêncio a ter que me descrever. O silêncio me define tão melhor... Descrever-se é dar provações, e eu não me justifico. Não sinto conforto em limitações, em coisas feitas.  Definições são muito radicais, uma espécie de fardo muito pesado, que eu me poupo de carregar. Pra quê fardos e malas se carrego tudo no coração? Eu sou só o momento, este momento aqui, hoje, agora. Sou de instantes, intensidades, de extremos. Eu sou um pote de emoções. Eu sou um excesso. Desculpa, mas não sou do tipo que finge gostar do que você gosta só pra te agradar. Não virarei fã da sua banda preferida, não vou aprender a tocar aquele instrumento que você acha o máximo, não vou assistir àqueles seus film...

Constatações

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Dia desses eu voltava da academia à noite, chuviscava. Passei pela porta de um lugar, que não sei ao certo se é um comércio ou um bar, mas seja lá o que for o fato é que algumas pessoas estavam sentadas em frente, conversando. Até aí tudo bem, coisa normal em cidade pequena. Quando me distancio um pouco mais ouço um velho dizer: “Por isso que o mundo tá perdido! Como é que pode uma mulher sair de casa com uma roupa justa desse jeito?”. E olha que eu não usava um mini-top-oi-sou-piriguete, nem nada fora dos padrões “normais”. Santa ignorância! Parei, ainda de costas, fechei os punhos, cerrei os dentes e franzi a testa (eu sou muito zangada). Ainda olhei pra trás e vi o velhote balançar a cabeça, pensei em voltar e  lhe dizer umas poucas e boas, afinal, quem ele pensava que era e que eu era pra jogar todos os problemas do mundo nas minhas costas? Eu, hein! Então, depois de fuzilá-lo com o olhar, achei que não valeria a pena chegar em casa mais molhada do que já estava, porque e...

Sobre culpas e consequências

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Muito fácil atribuir a culpa a alguém quando não se sabe o que fazer com ela. Mais fácil ainda é tirar o peso das costas e jogar pro alto. Dane-se quem passar! Não é assim que funciona? Sabe o que é difícil mesmo? Difícil é admitir que errou e acreditar que erros são perdoados (sim, são), mas sempre deixam feridas, feridas do tipo que não fecham. Complicado. Não foi à toa que Newton constatou sua terceira lei: ‘A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade’. Questão de sequência, coisa lógica, óbvia até demais: se você rega sua roseira todos os dias ela floresce e lindas rosas desabrocharão trazendo beleza e perfume aos seus sentidos. Do contrário, se não a rega, seus botões murcham, os galhos tornam-se fracos e quebradiços, a cada folha caída uma súplica de uma gota d´água. Uma chance. Esperança que se vai a cada folha levada com o vento. Realidade que fica: nossas ações são de extrema e inconsciente unicidade e perpassam por outras vidas de forma positiva ou neg...

Válvula de escape

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Deixa eu dizer - Ivan Lins ♪ Eu não acredito em signos, sério! Sou uma pisciana e, de já, desmitifico essa visão que todos têm de que nós somos os seres mais piegas do horóscopo. Conheço gente bem pegajosa e romanticamente exagerada e, veja só, não nasceu entre 20 de fevereiro e 20 de março! Enfim, sou meio cética nesta questão, mas, ultimamente, os astros andam acertando muito sobre mim. Os astrólogos dizem que os piscianos são ótimos ouvintes e nisso venho pensando, me recusando a ter que dizer que concordo. Hoje tive mais certeza disso. Acho que existe uma espécie de tatuagem em minha testa, escrito: Oi-sou-sua-válvula-de-escape! Só pode! Não vejo outra explicação decente para isso. Sempre fui uma espécie de ombro amigo na vida das pessoas: “encosta a tua cabecinha no meu ombro e chora e conta logo suas mágoas todas para mim”. É  meu talento!  De garotas a mulheres muito mais maduras, supõe-se pela idade, que eu. De garotos a homens já bem vividos. Da garotinha que...

Laços

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Acho tão lindas essas paradas de ‘amor’, cara! Tudo muito perfeito, à la panos passados! Fofo demais, bonitinho demais, arrumadinho demais: DEMAIS! A teoria é o blá blá blá mais lindo que já puderam inventar! Na prática, a roupa é largada; a fofura e a beleza nem sempre existem e, outra, tudo parece levar ao imperfeito. Mas tem uma vantagem: é um laço duradouro! Observe: eu disse laço! Laço não aperta, não sufoca e se desatar você o refaz de outra forma, podendo até ficar mais bonito, mais ‘jeitoso’! Cuidado: nem todo amarrado desajeitado é laço; nem tudo é sinal de amor! Para ser ‘perfeito’ não precisa ser ‘certinho’! Simone Oliveira

Sobre estar junto

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E estar junto é mais do que andar de mãos dadas: é sentir as mãos apertarem-se em resposta aos olhares trocados. Estar junto é muito mais que uma atualização de relacionamento em rede social, vai mais além do que, aparentemente, se pode ver. É muito mais do que querer mostrar que não está só.  Não é preciso que te liguem ou que te cubram de mensagens piegas impecavelmente cronometradas de cinco em cinco minutos. Não é preciso ouvir aquele meloso ‘eu te amo’ mil vezes por dia. Não é preciso gritar ao mundo que ama, é ver o outro dormir e falar baixinho ao pé do ouvido que vai estar ali, sempre. Ele não precisa saber, precisa sentir. E, isso, nenhuma palavra pode explicar. Estar junto é dividir os problemas e as alegrias, é rir juntos das tempestades já passadas. Estar junto é assistir o pior dos filmes agarrados no sofá. É fazer do outro o seu inesquecível. É fazer dos momentos, inesquecíveis! Pieguice aos quatro ventos é o fim! Poupem-me de tanta hipocrisia e (falsa) melosi...

Seja meu!

E eu não preciso mostrar a ninguém quem eu sou. Não preciso rasgar aos sete ventos o que sinto. E outra: prefiro as descobertas. Prefiro que me descubram! Sou mais de mistério, brincar de esconde-esconde é muito mais divertido. Existem muitas coisas sobre mim que você não sabe, meu bem! Eu não faço o tipo moderna, muito menos o 'moderninha'! Nem me enquadro nesses padrões cobrados pela tal da sociedade, pode crer que não sou a gostosona que você sonhou em exibir pros seus amigos. Posso até arriscar que não sou como a maioria por aí. Não sou do tipo que se preocupa com a roupa que vai usar no próximo show, eu me visto de essências e leveza. Não sou a piriguete que você conheceu na balada, nem a mocinha inocente que sonha em ter cinco filhos com você e morar numa casinha no campo. Sou apenas a mulher de vontades cabíveis que te roça a perna por baixo da mesa durante seu jantar de negócios. Eu prefiro o coração descompassado e as mãos geladas... Prefiro mil vezes mais aquele ...

Quero tudo, ou nada!

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Não. Definitivamente não tenho talento pra meios. Não gosto de nada mais ou menos e, quando tendo a ficar no meio-termo, isso me irrita! Não sinto mais ou menos, não quero mais ou menos, não consigo viver uma meia vida ou uma meia alegria! Só sinto se for muito, se for grande. Só vivo se for tudo ou nada! Só conheço o 8 e o 80, entre isso não me satisfaz! Também nunca tive talento pra dúvidas,  prefiro as coisas certas, mesmo que sejam erradas ! Não quero me limitar a viver mais ou menos. Que é isso? A vida é uma só e é agora! O tempo avança num desatino incontrolável, não é tempo de se querer pouco! Quero sempre o pote cheio, não precisa transbordar, mas que seja cheio! Cheio de mínimos detalhes. Sabe, aquelas coisinhas pequenas que transformam a vida em grande e que se traduzem num sorriso!? Quero o vento, o pôr-do-sol, o cheirinho de chuva, as estrelas... Não dá pra ter um meio amigo, um meio namorado, um meio pai ou uma meia mãe!  A metade até agrada, mas nunca...

Pensamento positivo e um coração aberto!

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Mas que culpa eu tenho se no meu arco-íris existem mais de mil cores? Cada dia que acordo, quando coloco o pé no chão, sinto alegria e um fiozinho de esperança que inunda o resto do corpo! Sinto muito, mas não tenho culpa de ter nascido assim de cara pro Sol e sorriso pro vento, com meus defeitos e manias, medos e culpas, acertos, erros.  Desculpa, mas teoricamente não importa quem eu sou! Eu não preciso que me conheçam, eu preciso que me sintam! Eu sou de lua, de sol, de vento, de cheiros, abraços, afetos, de música e poesia!  Não tenho rótulos, regras, muito menos um manual de instruções. Eu sou só o momento que vivo, o instante, o aqui, o agora: uma pisciana que carrega na mala 22 primaveras, um pensamento positivo e um coração aberto! -  Simone Oliveira

Essa sou eu

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N em tente me entender. Tenho motivos, mas não tenho explicação! Eu sou várias em uma só, estou à mercê das sensações que me ocorrem, meu combustível é a emoção! Sou delicada. É, sou! Na verdade, um poço de delicadeza um tanto enrustido numa personalidade meio conturbada e excêntrica. A delicadeza não é sinônimo de fragilidade, muito menos de perfeição. Ser delicado não é viver numa redoma poupando-se sempre. Ei! Pode tocar, pode sentir. Mas, cuidado! Também sei ferir. Tenho sérios problemas no uso das palavras, elas sempre saem assim: desconexas e cortantes. Então não há amor em mim? Há! Há sim, muito amor... transbordo de amor! Mas essa sou eu, uma mistura de faces que se fazem e se refazem conforme a melodia... Veja através de meus olhos a minha alma, essa sou eu! Simone Emanuelle Oliveira

A vida me leva da forma que sou

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“ A  verdade é que sou muito   intensa , vivo sempre nas extremidades... Quando gosto, gosto mesmo. Quando não, não há nada o que fazer! Por um lado é bom:   odeio meios termos ! No meu dicionário não existe o quase... E já me perguntei várias vezes se isso é uma qualidade ou um defeito. Nunca descobri! Na verdade, cansei! Não quero mais saber, a vida me leva da forma que sou!” Simone Emanuelle Oliveira